Sobre Agendas e Consultas

A fim de esclarecer minha rotina de trabalho, gostaria de colocar algumas considerações sobre atendimento à distância:

1) Consultas podem ser agendadas diretamente com as minhas secretárias, que gerenciam os horários, pelos telefones dos consultórios.

2) As consultas padrões são realizadas nos consultórios. Consultas domiciliares e consultas por telefones devem ser, por regulamento federal, cobradas com taxas diferenciadas.

Eu realizo consultas domiciliares, mas não realizo consultas por telefone (por questões de ordem técnica). E não realizo consultas por email, celular, sms, twitter, facebook, ou qualquer outra mídia social.

3) Eu considero a consulta médica como um evento muito importante – o momento de se sanar todas as dúvidas. Todos os exames possíveis devem ser avaliados, o paciente deve ser minuciosamente examinado, e a anamnese (história clínica) deve ser extraída com calma e precisão. O paciente não deve sair da consulta com dúvidas, e eu me esforço para esclarecê-las todas, durando a consulta 5 minutos ou meia-hora. Por isso, até encorajo meus pacientes a virem às consultas com dúvidas anotadas por escrito, pesquisadas na internet, e debatidas com os familiares.

4) Toda a orientação necessária referente ao tempo e a natureza do tratamento que foram escritas e/ou explicados durante a consulta permanecem válidas até a próxima consulta. Não há necessidade de se repetir as orientações discutidas em consultas por telefone ou mídias sociais.

5) Na minha especialidade, urgências são poucas e bastante específicas, e usualmente cirúrgicas. São consideradas urgências: traumas e acidentes, sangramento intenso, abscessos, pilhas ou baterias enfiadas em orelhas e narizes, febres de 40oC ou mais. NÃO são consideradas urgências: agendar consultas, trocar receitas ou guias, crises de Rinite Alérgica, solicitações de exames, etc.

6) O uso de mídias sociais como email, celular, sms, twitter, facebook, para conversas entre o médico e o paciente consiste em trabalho, e usualmente é considerado como uma cortesia, e não um direito. No meu caso pessoal, eu ofereço essa opção para casos de urgência (ver #5 acima) e em ocasiões específicas, como enviar exames complementares ao invés de obrigar uma consulta de retorno (para conveniência do paciente, e apenas em casos específicos).

Logicamente, sempre haverá exceções às regras, que serão tratadas caso a caso. Para a maioria dos casos, estas diretrizes norteiam bem a relação médico-paciente, e eu agradeço por respeitá-las.

Obrigado.

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